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Será que Michael Jackson é de Verdade? [Parte 1]

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Mensagem por Femme Sáb 27 Ago 2011, 19:17


Reportagem publicada originalmente na edição 509 da Rolling Stone/EUA (setembro de 1987)



Será que Michael Jackson é de Verdade? [Parte 1]

Por Michael Goldberg e David Handelman

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Em 1987, às voltas com o lançamento do álbum Bad, aguardado sucessor de Thriller, o maior artista do planeta abriu as bem protegidas portas de seu mítico mundo encantado. Será que o público estava pronto para saber o que Michael escondia nele?

Imagine o tamanho da manchete que um tablóide daria se conseguisse a seguinte notícia: Michael Jackson compartilha suíte de hotel com "amigo ator". A qualidade de solteirão perene de Jackson - que, aos 29 anos, ainda mora com a mãe - é um dos mistérios que permitem à mídia se refestelar com fofocas e especulações. Mas, desta vez, a história é real. Até Frank Dileo, empresário de Michael Jackson, confirma.

Quando Michael der início à sua primeira turnê solo em Tóquio, neste mês [ setembro de 1987], vai compartilhar sua suíte de dois quartos com um de seus melhores amigos que, de fato, é ator. Michael até ajudou a conseguir um agente para ele; pode ser que você o tenha visto na comédia De Volta às Aulas (1986). O amigo de Michael tem três anos e se chama Bubbles.

Bubbles é um chimpanzé.

Bubbles é apenas um dos personagens da vida real que povoam o mundo fantasioso que o superstar construiu ao redor de si. Quando Michael brinca e bate papo com Bubbles, ou Louie o Lhama, ou Crusher, sua nova cobra píton de 140 quilos, ele é capaz de se transformar - sem esforço nenhum - em um dos personagens da Disney que tanto ama.

Bubbles vai com Michael para todo lado. Ele come na mesa da sala de jantar com Michael; acompanhou Michael na maior parte dos dois anos que ele passou no estúdio para fazer Bad. Bubbles acompanhou Michael até Nova York para a filmagem do clipe de "Bad", dirigido por Martin Scorsese. Bubbles tem até um berço no quarto de Michael. E quando Michael deu um jantar em sua mansão em Encino (Califórnia) para dar início à promoção de Bad, foi Bubbles, e não o astro, que fez social pela sala - ele foi a verdadeira alma da festa.

Quase cinco anos se passaram desde o lançamento de Thriller, que se tornou o maior álbum da história com sete singles de sucesso, oito Grammys recebidos e a venda sem precedentes de 38,5 milhões de cópias no mundo todo. Assim, a apresentação de Bad foi um evento de suma importância - e foi tratado como tal. Menos de uma semana depois de Bad ter sido masterizado, a gravadora Epic investiu uma alta soma para fazer com que um grupo com os varejistas de discos mais poderosos dos Estados Unidos viajassem até Los Angeles e se hospedassem em um hotel em Beverly Hills. O grupo de 50 pessoas reuniu-se no salão de baile Crystal do hotel para a primeira audição de Bad. Mas, como a maior parte dos presentes era formada por executivos e não por conhecedores de pop, o pessoal só ficou lá sentado escutando um disco. Estavam ansiosos para a atração principal - Michael Jackson e seu paraíso infantil.

Os convidados foram levados até Encino a bordo de uma frota de limusines. Adentraram os portões de ferro preto que selam o "Mundo Maravilhoso de Michael", percorreram a longa pista de cascalho que conduz até o imenso casarão. Com sua torre de relógio refinada e suas torres iluminadas como árvores de Natal e gramados cuidados com esmero, a propriedade se parecia muito com a Disneylândia à noite. A única coisa que quebrava a magia era a visão dos seguranças que se espalhavam pelo telhado da casa.

Durante mais ou menos uma hora, todos circulavam à vontade, passeando pela casa como se fosse um parque de diversões. Todos se maravilhavam com a extensa coleção de relógios e com as estátuas gigantescas que retratavam Luís XIV montado a cavalo e Davi matando Golias. A sala de jogos abarrotada de máquinas oferecia de tudo - desde Space Invaders até um touro mecânico; na sala de troféus, os visitantes podiam admirar o número estonteante de discos de platina. Na galeria, relíquias de quase 20 anos de show business: um boneco de cera em tamanho natural de Michael, vitrines com os paletós ao estilo Sgt. Pepper's de sua propriedade, meias cobertas de lantejoulas, as famosas luvas. E as fotografias: centenas delas cobriam as paredes e remontavam aos primeiros anos de carreira de Michael, quando era astro infantil. Michael e o presidente Reagan. Michael e Fred Astaire. Michael e Yul Brynner. Michael e Liza Minelli. Michael e Liz Taylor.

E havia a alternativa de se divertir com o incansável Bubbles. Vestido com calça e suspensório, sob o olhar atento de seu treinador, Bob Dunn, o chimpanzé levado estava disposto a brincar com qualquer pessoa que demonstrasse interesse nele. Posou para fotos com convidados, deu cambalhotas para trás e apresentou sua própria versão do moon walk de Michael. Pouco antes do jantar, Michael se materializou com a irmã LaToya, caminhando na direção das mesas arranjadas no pátio dos fundos. Parecia ter saído diretamente da capa de Bad: calça preta, camisa preta, cintos com tachas de metal. Só faltou a jaqueta preta de Bad, adornada de zíperes e fivelas (LaToya, 31, também estava de preto; tão parecida com Michael que chegava a assustar, à exceção do quepe branco de marinheiro).

As roupas fazem parte da nova imagem de arruaceiro de Michael. Parece que o empresário e alguns mandachuvas da gravadora consideraram o antigo visual de lantejoulas um tanto suntuoso, de modo que agora Michael assumiu ares de macho como se fosse um punk estilizado. Mas seu rosto pálido e coberto de maquiagem, com o maxilar recém-esculpido, parece qualquer coisa, menos o de um arruaceiro; mal parece fazer parte deste mundo.

Em seus clipes, Michael sempre se coloca no papel de um super-herói do show biz, capaz de mudar o mundo com o ato de cantar. E ele parece acreditar piamente nisso. Este é o tema de Captain EO, filme em 3D em que ele viveu a fantasia máxima de qualquer garoto: mandar os criadores de Star Wars construírem uma aventura de ficção científica a seu redor. E com a instalação permanente de Captain EO na Disneylândia, Michael se transformou em mais do que um mero personagem da Disney - agora ele é um dos brinquedos.

Mas negócios são negócios e, nesta noite, Michael e LaToya cumpriram bem sua função e tomaram seu lugar à mesa com um grupo formado pelos amigos e conselheiros mais próximos de Michael. Depois de um churrasco gourmet com salmão grelhado e costeletas de vitela, regado a champanhe Cristal, estava na hora de Michael ser apresentado a seus convidados - mais ou menos.

Com facilidade, Michael manteve seu famoso semblante de "estou aqui, mas nem tanto". A única verdadeira interação entre ele e seus convidados se deu no final da refeição, quando um segurança se adiantou a ele e ia passando de mesa em mesa, agrupando os visitantes para uma foto e explicando que o astro chegaria em um minuto. Daí outro segurança chegava com Michael, banalidades eram trocadas, a foto era clicada e ele era levado para a próxima mesa. E foi só. Apesar disso, a maior parte dos varejistas saiu pronta para acreditar na magia renovada de Michael.

Cumpridas suas obrigações, Michael desapareceu no interior da casa. Talvez tenha se escondido em sua sala de cinema de 32 lugares, onde se acomodou ao lado do enorme Mickey de pelúcia para assistir a alguns desenhos animados: ele já declarou acreditar que "os desenhos são ilimitados. E, quando se é ilimitado, é o máximo". Ou talvez tenha dado uma passada na sala de troféus, onde ficou se deleitando com os prêmios e observando com orgulho a peça central, um terrário grande com um display da Branca de Neve e os Sete Anões, que foi entregue a Michael por personagens da Disneylândia.

Ou talvez, apenas talvez, quando Michael fugiu da festa, tenha subido para o banheiro para ficar examinando com atenção seus traços sempre em mutação e para refletir sobre o bilhete que ele pregou ali.

Michael gosta de deixar recados para si mesmo. Há placas em postes e paredes, aforismos meigos a respeito da importância da memória, de almejar as estrelas e de seguir os seus sonhos. Mas o bilhete do banheiro diz apenas: "100 Milhões".

O recado ajuda a explicar por que Michael Jackson, um homem recluso, tímido de doer e infantil, faria algo tão bizarro quanto escancarar as portas de sua Xanadu a um bando de executivos de olho gordo e ficar posando ao lado deles - atividades que até um astro de grandeza muito menor consideraria humilhantes. Michael tem o objetivo de vender o número absurdo de 100 milhões de cópias de Bad e sabe que, para isso, precisa de toda a máquina da indústria funcionando a seu favor.

Existem dois Michael Jacksons: seu próprio empresário o descreve como "um cruzamento entre o E.T. e Howard Hughes". O produtor Quincy Jones diz: "Ele é o homem mais velho que eu conheço, e o garoto mais novo que eu conheço". Michael é um homem de negócios astuto que faz aparições públicas superficiais, que obtém contratos absurdamente lucrativos (US$ 15 milhões da Pepsi desta vez), que comprou os direitos de publicação das músicas dos Beatles quando Paul McCartney e Yoko Ono não puderam fazê-lo e que controla sua exposição na mídia como um falcão.

Sua mania de controle chega a proporções absurdas. Ele é proprietário de quase todas as imagens fotográficas de si mesmo. Não deu nenhuma entrevista profunda desde 1983 e exige que os músicos que trabalham com ele assinem um formulário rígido de sigilo (o advogado dele teve que suspender esses acordos antes que as entrevistas para esta reportagem pudessem ser feitas). E a biografia autorizada dele, Moonwalk, devia ter sido lançada há um par de anos, mas até hoje não foi submetida em sua totalidade à editora. De acordo com o empresário Dileo, uma das razões para o atraso é que Michael achou que as citações sobre ele no texto eram excessivas.

O segundo Michael é a celebridade infantil genial e caprichosa, que foi celebridade durante a vida toda, que habita um mundo de conto de fadas de celebridades à sua altura, que fornece combustível inesgotável aos tabloides sensacionalistas com seus planos para comprar os restos mortais do Homem Elefante, para oxigenar o corpo dormindo em uma câmara hiperbárica ou para se casar com Elizabeth Taylor.

Mas é a mesma criança que existe dentro de Michael que inspira o dom artístico que alimenta todas as indústrias subsidiárias, que transforma seus medos e fantasias primordiais em música arrebatadora, hipercinética e emocional. De resto, podem dizer o que quiserem dele. Michael Jackson canta com voz tremeluzente e cheia de alma. E dança como um cometa rodopiante; como entertainer, não há igual.

Ainda assim, para que Bad se iguale ao sucesso estonteante de Thriller, Michael, o artista, está sofrendo mais pressão de Michael, a corporação, do que nunca. Paralisado pelo fardo de tentar superar a si mesmo, temente da rejeição pelo público, ele finalmente foi forçado a declarar a conclusão de Bad: afinal, tantos fatores externos dependiam daquilo que o trabalho simplesmente precisava estar terminado. Ele já tinha conhecido o fracasso com a linha de roupas Michael Jackson e com o perfume Magic Best, ambos lançados em 1986 e, sem música nova para suscitar interesse, desapareceram sem deixar rastro. Durante a premiação dos Grammys, em fevereiro, a Pepsi exibiu um comercial com Michael que prometia: "Na primavera... a magia estará de volta". Mas Bad e os novos anúncios da Pepsi foram tão postergados que a Pepsi foi obrigada a procurar uma alternativa e contratar David Bowie e Tina Turner para preencher a lacuna.

A canção "Bad" foi vendida com antecedência para um comercial da Pepsi e, para o outro, ele vai fornecer uma faixa que não entrou no álbum, chamada "The Price of Fame" (o preço da fama). Esse é um assunto que ele deve conhecer bem. Suas prioridades no momento estão tão embaralhadas que parece não haver saída: fazer música anda de mão dadas com a necessidade de ser "O Maior de Todos os Tempos". Criado sob adulação e por já ter vivido uma queda na fama nos 70, iludido pela Motown e maltratado pelo pai (seu ex-empresário), Michael hoje tem a obsessão de manter sua estatura a qualquer custo. Ele rompeu com os antigos pilares de sustentação de sua vida: declarou que nunca mais vai fazer turnê com os irmãos; conflitos relativos a sexo e violência em sua arte fizeram com que abandonasse as Testemunhas de Jeová. Tudo foi deixado para trás em favor da carreira solo.

Será que existe possibilidade de Bad alcançar o tamanho de Thriller? Nos últimos anos, o público encontrou novos heróis que tocam música parecida com a dele - inclusive a própria irmã de Michael - Janet, cujo Control vendeu 4,5 milhões de cópias. Se Bad vender "apenas" dez milhões, vai ser mais do que qualquer outro disco, mas o número pode ser considerado fracasso para Michael Jackson.

Dias depois da festa, Michael apareceu sem avisar nas instalações da publicação The Album Network para fazer um preview de Bad para os editores. "É uma exposição tão grande, e é indigno", diz o empresário de um outro astro de primeira grandeza. "Michael já passou do ponto em que precisa ir pessoalmente mendigar nas rádios. Isto é o que se faz com artistas novos."

Mas a razão para esse grande impulso é mais complicada. Para superar Thriller, Michael precisa contra-atacar o revés que começou em 1984, durante sua turnê Victory. A apresentação insincera e impessoal virou uma bagunça artística e financeira tão colossal que, no fim da turnê, nem todos os ingressos foram vendidos. E as pessoas que não se desanimaram com o intenso circo da mídia podem ter se desinteressado pelo comportamento cada vez mais excêntrico de Michael.

Stevie Wonder, que conhece Michael desde a infância na Motown e que faz dueto com ele em "Just Good Friends", de Bad, acha que as prioridades de Michael estão um pouco fora de esquadro. "Não dá para pensar no que as pessoas vão gostar; se fizer isso, você fica louco. Se for possível para ele vender 50 milhões de discos, então que aconteça. Mas, se não acontecer, não é o fim do mundo. São só discos."

O fracasso parece ser uma perspectiva dolorida para Michael; parece que, para ele, a satisfação não vem de dentro, mas, sim, de coisas externas, como vendas e prêmios, que podem ser efêmeras. Em 1983, ele falou à Rolling Stone EUA sobre o fenômeno dos quatro singles de sucesso de Off the Wall (1979). "Ninguém ainda quebrou meu recorde, graças a Deus", disse. Depois que Off the Wall só recebeu um Grammy (em uma categoria de R&B), Michael declarou a outro repórter: "Chorei muito. A minha família achou que eu estava ficando louco por chorar por causa daquilo". O lado negativo do sucesso de Thriller é que hoje Michael já não rivaliza com ninguém além de si mesmo: foi catapultado para sempre para sua própria estratosfera solitária.

Continua...



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Será que Michael Jackson é de Verdade? [Parte 1] Empty Re: Será que Michael Jackson é de Verdade? [Parte 1]

Mensagem por Rosy Jack Sáb 27 Ago 2011, 20:55

Com facilidade, Michael manteve seu famoso semblante de "estou aqui, mas nem tanto".
Kkkk. Não resisti o riso.

Será que existe possibilidade de Bad alcançar o tamanho de Thriller? Nos últimos anos, o público encontrou novos heróis que tocam música parecida com a dele - inclusive a própria irmã de Michael - Janet, cujo Control vendeu 4,5 milhões de cópias. Se Bad vender "apenas" dez milhões, vai ser mais do que qualquer outro disco, mas o número pode ser considerado fracasso para Michael Jackson.
Olha só, na verdade o certo é dizer que os artistas estavam nada mais do que copiando ele nas músicas e vídeos e então Michael tinha que inovar no álbum Bad e nos clips, pra depois ser copiado novamente e daí por diante.
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Mensagem por MJElaine Sex 14 Out 2011, 22:26

Se eu for comentar sobre tudo o que é abordado neste texto, eu ficarei aqui escrevendo um outro, até maior do que o original.
Ao invés disso vou ressaltar o tremendo esforço de superação de Michael nos lançamentos dos seus álbuns. Digo isso porque Michael era tão tímido e reservado, mas passava por cima de toda essa introspecção para alcançar os seus objetivos profssionais. E só quem é tímido e reservado como ele é capaz de saber como é difícil essa superação. Mas a exigência do perfeccionismo do artista Michael era maior e ele foi muito feliz nesse sacrifício. Seus álbuns nunca deixaram a desejar.
Além disso sempre existiu uma enorme pressão e exigência do público, dos emrpesários da indústria da música, e por que não dizer dos próprios fãs, sempre na expectativa de coisas novas e melhores. Era uma cobrança infinita... E eu arrisco em dizer que ainda é...
Mas o que mais me surpreende e eu nunca vou entender, são as críticas com relação à vida pessoal de Michael. Tudo incomodava e ainda incomoda. Tudo era e é motivo para comentários. Parece que quanto mais reservada é a pessoa, mais ela chama a atenção das demais. E neste texto não é diferente. Enfim, falem mal ou bem, mas falem de mim, não é assim??? (até rimou, kkk).
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Será que Michael Jackson é de Verdade? [Parte 1] Empty Re: Será que Michael Jackson é de Verdade? [Parte 1]

Mensagem por Rê Jackson Sáb 15 Out 2011, 02:00

O fato do Michael querer sempre se superar era uma qualidade dele, essa é uma característica dos vencedores. E se não fosse essa competição dele com ele mesmo, ele nem teria com quem competir.
Só sinto que ele tenha sofrido por isso, tadinho, mas é que ele se manteve em evidência por mais de 40 anos, ou seja, uma vida inteira debaixo dos holofótes e tendo que brilhar, sendo cobrado por isso. Não é pra qualquer um, definitivamente não é.
Ser um astro mantendo o seu brilho e interesse do público por mais de 40 anos é uma tarefa para seres iluminados e equilibrados! E com certeza Michael era um ser assim, pois aguentar tudo o que ele aguentou, principalmente da mídia, sem perder o foco, só demonstra isso, só demonstra o quão grande Michael é.

Michael, sua luz brilhará para sempre!!!!!! Eu amo vc!! amo

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